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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Os Pombos da Economia!

Este ano está sendo uma festa para a mídia, olha só: tivemos a Olimpíada, depois as eleições no Brasil, a falta de gasolina, Obras da Copa, as eleições nos EUA. Quando a bola baixa temos o aquecimento global para ocupar o espaço. E "­vem que esta chegando o natal.". As tiragens e a audiência estão garantidas pela alimentação diária da percepção de que estamos em risco. Medo. Como agora, com a crise econômica.

Vou adaptar uma comparação que ouvi anos atrás, olha só: a Praça de São Marcos em Veneza é um dos mais populares pontos turísticos do mundo. Pelo significado histórico, pela arquitetura, pelos monumentos e pelos... pombos . Milhares de pombos que vivem por lá comendo das mãos dos turistas. De vez em quando uma criança ou um adulto espírito-de-porco faz "buuuuu!!". E as pombas saem voando. Como são desconfiadas, quando uma voa assustada todas as demais seguem numa revoada barulhenta.

E por algum tempo a praça fica vazia.

Aos pouquinhos as pombas começam a retornar, ainda amedrontadas e mais desconfiadas. Até sentir que o perigo passou. Então a Praça continua em festa.

A Praça, os monumentos, os turistas, os vendedores, os moradores, os trabalhadores, todos sofrem com as pombas. Mas elas são necessárias. Dão vida à praça, tornaram-se uma marca registrada e o que Veneza fez foi aprender a conviver com elas, com a sujeira, com o barulho, com a impertinência.

De tempos em tempos algumas medidas devem ser tomadas para controlar a superpopulação, para evitar que as doenças se espalhem e que prejuízos sejam causados à praça e às pessoas. É quando alguns pombos têm que ser abatidos. Mas esse é o preço do equilíbrio naquele caos.

Muito bem. O “mercado global” é como a Praça de São Marcos. E os pombos são como os investidores. São nervosos, fazem montes de cagadas e precisam de controle ou destroem tudo. E a qualquer sinal de perigo saem voando.

A praça precisa dos pombos, tanto quanto o mercado precisa dos investidores. E os pombos precisam da praça. Sem a praça os pombos perdem. Sem os pombos, a praça perde.

E na crise, como pombos, todo mundo está apavorado e recolhido enquanto os "sanitaristas" aplicam superdoses de remédios e a esquerda tenta enterrar o capitalismo – o doente que não morreu.

Sabe o que é que vai acontecer?

Já-já a crise de confiança começa a passar. Os pombos voltarão e a muita gente encontrará oportunidades fantásticas naquele excesso de remédios. E fortunas serão criadas sobre as que foram destruídas.

O capitalismo não morreu, o mercado não morreu. Como a Praça, estão lá à espera do retorno dos pombos.

Um dia, num futuro distante, o mar vai tragar Veneza e a Praça de São Marcos. E as pombas buscarão outra praça. Os “companheiros” dirão que é culpa do capitalismo, que causou o aquecimento global que derreteu as calotas polares. E continuarão pregando a morte do capitalismo e aquela utopia socialista muito bem definida por um bispo anglicano chamado Mendell Creighton:

"Socialismo só será possível quando todos nós fomos perfeitos. Aí ele não será necessário".

Tem sido assim desde sempre.

Olha, eu também quero que todos sejamos perfeitos.

Mas enquanto somos só pombos vou dar uma voadinha até a Praça pra ver se acho uns milhozinhos.

Ps: Gil Collares não sou um pombo de verdade, não precisa ter medo de mim.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Segredo da Caneta BIC !


Em 2001 foram divulgado informações que ligam a Bic e a NASA. Esse vazamento de documentos revelou que as canetas podem ser sondas extraterrestres, que mandam informações completas de nossas vidas para fora do planeta, afinal o que seria melhor do que uma Bic para nos investigar, pois em todos os lugares que uma pessoa vai ela está, seja em casa, na escola, no trabalho, no ônibus (todo cobrador tem uma no bolso da camisa) e em todos os locais que se possa imaginar.

Quando qualquer pessoa fala em caneta, rapidamente vem a nossa mente uma imagem:
A famosa caneta Bic que pode ser encontrada em qualquer canto, faz parte de nosso dia a dia, afinal ela é barata, boa de usar e muito, muito popular. Mas você já parou para pensar como que ela se tornou tão conhecida?
A reposta mais comum seria que a caneta Bic é um bom produto, que tem um bom preço e é bem divulgada, porém podem haver outros motivos que fizeram esse objeto se tonar onipresente.
Muito provavelmente você deve estar perto de umas canetas dessas, talvez não no seu quarto, mas certamente existe uma delas em algum lugar da sua casa. Já parou para pensar que desde seu nascimento ela está lá? No momento em que nasce ela está por perto, afinal documentos são assinados para comprovar que você existe, depois dezenas delas estão em sua escola, na sua casa e também no seu trabalho. Não existe um meio de ficar longe de uma caneta Bic, elas veem e sabem tudo sobre todos nós.
Para quem não sabe Bic tem um significado: Big Inspekto Center (Centro de Grandes Inspeções, em tradução livre). Outra indicação de que essas canetas são sondas extraterrestre está no logotipo delas, onde aparece um alien segurando uma caneta na costas, como se quisesse esconde-la:







Contudo ainda existem muitas outras coisas que nos fazem crer que elas não são simples canetas:
- Qualquer lugar que vende algo, também vende canetas BIC (até na padaria você as encontra);
- Elas mudam de lugar. Já parou para pensar como elas sempre somem e aparecem sem explicação, mas raramente nos questionamos se elas apareceram no lugar que deveriam estar de verdade;
- Elas se multiplicam. Basta você comprar uma caneta para que de repente muitas outras surjam. Basta procurar que sempre se achará mais de uma;
- Elas somem. Não existe uma caneta Bic no mundo que desde o momento de sua compra até o momento que sua carga acaba, não tenha sumido pela menos uma vez.

Cuidado!!! Nós não estamos sozinhos e somos constantemente observados. Cuide das Bic's ao seu redor, principalmente com as sondas avançadas, também conhecida como Bic Cristal e a Bic 4 cores, elas podem revelar todos seus segredos.
Cuidado!!! Eles estão te observando, tudo que você faz e principalmente tudo que você escreve…